Viajar para Nova York – Dicas Hospedagem, Compras e Lazer



Dias azuis no inverno, concertos ao ar livre no verão, compras e passeios. São algumas atrações de Nova York.

Nova York é uma das maiores cidades do mundo (na América, só perde para a Cidade do México e São Paulo), mas o seu charme não está apenas no tamanho: a cidade exerce impacto sobre tudo o que acontece na mídia mundial, finanças, comércio, tecnologia, artes e entretenimento.

Os brasileiros conhecem bem a cidade: ano passado, mais de 900 mil turistas passearam pela Big Apple, perdendo apenas para britânicos e chineses. Para os visitantes, Nova York oferece museus, restaurantes, teatros (quem gosta de musicais não pode perder este destino), muitas outras opções de entretenimento, parques e compras – eletrônicos, vestuário, acessórios e roupas para bebês são os itens que mais seduzem os viajantes.

É possível visitar a cidade como viajante independente ou adquirindo um pacote turístico. A segunda opção é indicada para os “marinheiros de primeira viagem”, já que as operadoras incluem todo o necessário: parte aérea, traslado, hospedagem, refeições e passeios. Os mais aventureiros, no entanto, podem arriscar conhecer Nova York por conta própria, descobrindo as atrações da metrópole em passeios a pé ou de ônibus.

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O que fazer em Nova York?

Nova York possui 1.700 parques espalhados pela área urbana, além de regiões com menor densidade demográfica que acabam se transformando em jardins (é o caso de Staten Island, por exemplo). A área verde mais famosa é o Central Park, em Manhattan, equipado com quadras de esportes, jardins, lago, brinquedos para crianças e trilhas.

A cidade teve início em um arquipélago na foz do rio Hudson. Além de Manhattan, Nova York se espalha pelas ilhas Roosevelt, Randall, Wards, Governor, Ellis e Liberty, onde fica a famosa estátua, presente dos franceses pelo centenário da independência, em 1866.

A Estátua da Liberdade, monumento na entrada do Porto de Nova York, se baseou no Colosso de Rodes (uma das sete maravilhas do mundo antigo). O monumento, com 93 metros de altura, foi montado na França e transportado de navio até os EUA. A visitação, fechada em 2001 depois dos atentados terroristas, foi reaberta em 2009; a estátua é um dos locais que mais atrai turistas na cidade.

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Museus em NY

O Museu de Arte de Nova York (MOMA) possui um dos maiores acervos de arte moderna e contemporânea do mundo, com obras de Paul Cézanne, Paul Gauguin, Henri Matisse, Marc Chagall, Pablo Picasso e Piet Mondrian.

Ao todo, são 150 mil pinturas, esculturas, desenhos, projetos arquitetônicos, fotografias e peças de design. O museu ainda conta com uma biblioteca pública, onde podem ser consultadas informações acerca de mais de 70 mil artistas.

Vale a pena visitar também o Museu Guggenheim (em frente ao Central Park), cuja fachada já é uma obra de arte, pelas suas linhas arrojadas. No interior, obras de Wassily Kandinsky, Pablo Picasso e Vincent Van Gogh. Aos sábados, não há valor fixo para o ingresso: cada visitante paga o que considera justo pela entrada.

The Cloisters (Os Claustros) é um museu bem diferente de Nova York. Seu acervo é constituído por peças da Idade Média, especialmente dos conventos franceses – a arquitetura e o paisagismo (inclusive uma horta com plantas típicas da culinária europeia) seguem esta inspiração. Ao todo, são cinco mil obras, entre tapeçarias, móveis, livros, retratos e artigos pessoais.

High Line, o jardim suspenso de Manhattan, é uma antiga linha de trem de Nova York, desativada nos anos 1980. É um misto de museu e jardim linear (com 2,5 quilômetros de extensão). No local, são realizadas mostras de artistas locais.

O Museu de Cera de Madame Tussaud (também presente em Londres, Las Vegas e Hong Kong) traz um acervo impressionante de esculturas. São quatro andares com centenas de celebridades representadas, entre artistas, políticos, atletas (inclusive Pelé e Ayrton Senna), heróis dos quadrinhos e personalidades históricas.

Palco do filme “Uma Noite no Museu” (Night at the Museum), o Museu de História Natural é um programa para adultos e crianças. Logo na entrada, o esqueleto de um barossauro (réptil pré-histórico de 27 metros de comprimento) dá ideia da grandiosidade do local. No local, encontra-se a maior coleção de fósseis de dinossauros do mundo, inclusive um tiranossauro (T. rex) em posição de ataque. Também é possível conhecer moais (esculturas gigantescas da ilha de Páscoa) e dar um giro para conhecer a vida marinha do planeta.

O Museu Memorial foi construído no espaço deixado pelas torres gêmeas do World Trade Center, derrubado por terroristas em setembro de 2001. É uma homenagem aos mais de 2.600 mortos do ataque suicida. No local, chamado de Marco Zero nova-iorquino, foi erguida a Freedom Tower (torre da liberdade, com 541 metros de altura).

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Passeios em Nova Iorque

A Ponte de Brooklyn é a mais famosa de Nova York, um dos cartões postais da cidade. É uma construção pênsil (suspensa), construída em estilo gótico, no final do século XIX. É possível avistar o skyline sul de Manhattan, passear de bicicleta, caminhar, correr. Os pedestres circulam na pista elevada e os carros, na parte inferior.

O Empire State Building já foi o edifício mais alto do mundo (até 1972, quando perdeu o título para o World Trade Center). Acima dos 102 andares, há um mirante em que é possível observar toda a cidade. O edifício foi cenário para vários clássicos de Hollywood, como “Tarde Demais para Esquecer” (A Love Affair), de 1957, dirigido por Leo McCarey e estrelado por Deborah Kerr e Gregory Peck.

A sede da ONU – Organização das Nações Unidas – projetada pelo arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer, fica no setor leste de Manhattan. É possível fazer uma visita ciceroneada pelas instalações, com guias falando em português. O passeio começa pelo Conselho de Segurança, passa pelo plenário e pelos órgãos sociais da organização, dedicados à erradicação da fome e da miséria, neutralização de minas terrestres, combate a doenças, etc.

Dakota Building merece ao menos uma foto: é o prédio em que o beatle John Lennon foi morto, aos 40 anos, em 1980. O Wall Street Bull, símbolo da prosperidade e do otimismo, instalado em frente à Bolsa de Valores de Nova York, impressiona pelo tamanho (são 3.200 quilos de bronze). Dizem que dá sorte passar as mãos nos chifres do touro.

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Compras em NY

Antes de pensar em ir as compras em Nova York, saiba: Passo a Passo para Tirar Visto Americano

Desde as lojas de departamentos até as mais luxuosas grifes, é possível encontrar de tudo em Nova York. Quem tem dinheiro disponível, pode deleitar na Tiffany’s, Hermès, Louis Vutton, Chanel, Cartier e Gucci. Quem não tem, pode se divertir nas vitrines.

Para os mais modernos, é possível adquirir peças de vestuário na Abbercrombie, Gap, Hollister e Banana Republic, por preços nunca imaginados pelas lojas brasileiras. A loja da Apple e muitas outras são o paraíso dos apaixonados por eletrônicos.

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Brinquedos, vestuário, calçados e acessórios, vestidos de noiva, casacos de inverno, ternos, artigos de decoração, material esportivo, chocolates e doces, outlets completam a lista. Os turistas não podem deixar de passear na Barneys, Macy’s, Henry Bendel, Bloomingdale’s e Saks. O estilo arrojado e moderno da Prada também merece atenção.

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Quando ir para Nova York

Qual a melhor época para viajar para Nova Iorque?

Em Nova York, os invernos são bastante rigorosos, mas talvez a graça da viagem seja justamente esta: sentir muito frio e ver a neve cair sem cessar. Entre dezembro e março, é difícil haver um dia em que a temperatura não fique negativa. Muitos turistas chegam à cidade às vésperas do Réveillon, para celebrar a entrada do novo ano na Time Square (praça do relógio). Depois da meia-noite, diversos restaurantes da região servem cardápios especiais.

A primavera e o outono são bem marcados. A primavera, pelos jardins e canteiros floridos, que precisam ser replantados todos os anos; o outono, pelos seus tons dourados, castanhos e marrons, que começam a tomar conta das árvores e arbustos. Em geral, na meia estação, basta um casaco leve e os aquecedores e aparelhos de ar-condicionado ficam desligados.

No verão, os termômetros disparam e os nova-iorquinos tomam conta das praças e parques (a “praia” da cidade é o Central Park), que oferecem diversas atrações culturais ao ar livre. Para passear por Nova York nesta época, não se pode esquecer-se dos óculos escuros e de uma garrafinha de água.

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